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Foi o terceiro mês seguido de queda no comércio brasileiro apurada pelo ICVA, e o vice-presidente de Tecnologia e Negócios da Cielo, Carlos Alves, destacou que fevereiro teve um dia útil a menos em relação ao ano passado, que foi bissexto. “O resultado só não foi mais negativo porque este ano, diferente do ano passado, o Carnaval caiu em março. Se fosse em fevereiro haveria menos dias úteis e, portanto, menos atividade econômica”, afirmou em comunicado, avaliando que efeitos inflacionários também podem ter afetado negativamente o consumo.
Mais cedo, a rival Stone informou queda de 1% nas vendas do varejo em fevereiro sobre um ano antes. Em termos nominais, que espelham a receita de vendas observadas pelo varejista, houve crescimento de 5,1%, com o ecommerce mostrando alta de 5,4% e o comércio físico registrando acréscimo de 5%. https://youtu.be/w4CsH819wd8?si=pjyCXFfJi6Mx8Zey Entre macrossetores, serviços teve alta de 0,5% e bens duráveis aumento de 1,6% nas vendas, enquanto o de bens não duráveis sofreu retração de 1,4%.
Três regiões mostraram queda de vendas em termos deflacionados: Norte (-3,1%), Centro-Oeste (-2,6%) e Nordeste (-1%). No Sudeste houve um acréscimo de 0,3% e no Sul, de 0,1%. O ICVA acompanha mensalmente a evolução do varejo no país de acordo com as vendas realizadas em 18 setores mapeados pela Cielo, desde pequenos lojistas a grandes varejistas. https://stories.cnnbrasil.com.br/economia/capsula-de-cafe-t-bone-e-massa-italiana-o-que-ficara-mais-barato/
FONTE: CNN BRASIL